— Então Charlie Brown, o que é amor pra você?
— Em 1987 meu pai tinha um carro azul.
— Mas o que isso tem a ver com amor?
— Bom, acontece que todos os dias ele dava carona pra uma moça. Ele saía do carro, abria a porta pra ela, quando ela entrava ele fechava a porta, dava a volta pelo carro e quando ele ia abrir a porta pra entrar, ela apertava a tranca. Ela ficava fazendo caretas e os dois morriam de rir… acho que isso é amor.

(via itsweet)

(Source: foda-se-mundo)



— Oi.
— Oi.
— Gostei do teu cabelo.
— Amei tua barba.
— Teu sorriso não é dos piores.
— Nem o teu.
— Tua voz é… Mansinha.
— Teu olho é claro?
— Mais que o teu, disso tenho certeza.
— Mas os meus são pretos.
— E os meus azuis.
— Teus braços passam segurança.
— E teus seios conforto.
— Gay.
— Gorda.
— Pegou pesado…
— Eu sempre pego.
— Percebi.
— Já te amei.
— Também já gostei um pouco de ti.
— Ainda te amo.
— Tu é agradável.
— To dizendo que te amo.
— E eu que amo chocolate.
— Eu repeti que te amo.
— E eu vou repetir que amo chocolate.
— Chocolate engorda.
— E o teu amor machuca.



novelintrouble:

Com quinze anos a gente acha que sabe da vida: acha que nossas escolhas são certas, que nossos medos são reais, que nossas expectativas tem fundamento. Com quinze anos é permitido ser frágil e amar eternamente até o dia seguinte, porque como nos ensinam desde sempre, só se tem quinze anos uma vez na vida. Encontrei o Depois dos Quinze exatamente aos meus 16 e desde o primeiro momento, me senti em casa: a menina por trás do blog me conhecia e saía falando de mim por aí em cada linha daqueles textos cheios de experiências normais de alguém daquela idade. Foi ela quem me ajudou a encarnar o papel de garota segura e enxergar além do pequeno horizonte de possibilidades que me esperavam ali. Eu não conheço a Bruna, mas eu sei quem ela é e de certa forma, eu sinto que ela sabe quem eu sou. Eu cresci com a Bruna, eu aprendi com a Bruna e mais do que tudo, eu sinto que a Bruna é uma amiga. Amiga daquelas que aparece pra dar o ombro pra chorar quando você toma um fora, e que ao mesmo tempo sabe a hora de nos empurrar de volta pra vida. Os dezoito anos da Bruna marcam o começo de uma nova fase para todas as leitoras, admiradoras e fãs como eu, que hoje se sentem no dever de acompanhar a vida dela como uma forma de sentirem mais próximas daquela que por tantas vezes, mesmo sem saber, nos deu nosso sorriso de volta. Nem tanta coisa muda depois dos dezoito, mas a Bruna tem esse dom de tornar os momentos especiais, de significar as coisas de uma importância que as vezes nem percebemos que elas têm. Portanto, a partir de agora, muitas coisas vão começar a acontecer na vida dela e eu me sinto privilegiada por me sentir parte de um dos tijolinhos desse caminho brilhante que a menina prodígio do interior de Minas Gerais vai trilhar. Parabéns, Bruna. Que essa luz que nasceu com você seja cada vez mais alimentada pela energia que transborda do seu coração. Obrigada por tudo. #depoisdos18day

novelintrouble:

Com quinze anos a gente acha que sabe da vida: acha que nossas escolhas são certas, que nossos medos são reais, que nossas expectativas tem fundamento. Com quinze anos é permitido ser frágil e amar eternamente até o dia seguinte, porque como nos ensinam desde sempre, só se tem quinze anos uma vez na vida. Encontrei o Depois dos Quinze exatamente aos meus 16 e desde o primeiro momento, me senti em casa: a menina por trás do blog me conhecia e saía falando de mim por aí em cada linha daqueles textos cheios de experiências normais de alguém daquela idade. Foi ela quem me ajudou a encarnar o papel de garota segura e enxergar além do pequeno horizonte de possibilidades que me esperavam ali. Eu não conheço a Bruna, mas eu sei quem ela é e de certa forma, eu sinto que ela sabe quem eu sou. Eu cresci com a Bruna, eu aprendi com a Bruna e mais do que tudo, eu sinto que a Bruna é uma amiga. Amiga daquelas que aparece pra dar o ombro pra chorar quando você toma um fora, e que ao mesmo tempo sabe a hora de nos empurrar de volta pra vida. Os dezoito anos da Bruna marcam o começo de uma nova fase para todas as leitoras, admiradoras e fãs como eu, que hoje se sentem no dever de acompanhar a vida dela como uma forma de sentirem mais próximas daquela que por tantas vezes, mesmo sem saber, nos deu nosso sorriso de volta. Nem tanta coisa muda depois dos dezoito, mas a Bruna tem esse dom de tornar os momentos especiais, de significar as coisas de uma importância que as vezes nem percebemos que elas têm. Portanto, a partir de agora, muitas coisas vão começar a acontecer na vida dela e eu me sinto privilegiada por me sentir parte de um dos tijolinhos desse caminho brilhante que a menina prodígio do interior de Minas Gerais vai trilhar. Parabéns, Bruna. Que essa luz que nasceu com você seja cada vez mais alimentada pela energia que transborda do seu coração. Obrigada por tudo. #depoisdos18day







no puedo dejarte de amar